BNDES divulga as regras para pessoas físicas aplicarem em Energia Fotovoltaica

Fundo

O Fundo Clima é destinado a programas de Mobilidade Urbana, Cidades Sustentáveis, Resíduos Sólidos, Energias Renováveis, Máquinas e Equipamentos Eficientes e outras iniciativas inovadoras.
O objetivo é financiar produções e aquisições com grandes indicadores de capacidade energética ou que concorram para diminuição de propagação de gases de efeito estufa.

Itens financiáveis

Tem direito a ser financiados os seguintes elementos, desde que novos e origem nacional, cadastrados e habilitados para o subprograma no Credenciamento de Fornecedores Informatizados – CFI do BNDES: máquinas e equipamentos registrados no Programa Brasileiro de Etiquetagem (PBE) ou com o selo Procel (levando em conta os elementso para os quais o PBE supri a certificação de capacidade energética, serão aceitos somente os de classificação A ou B); sistemas geradores fotovoltaicos, aerogeradores até 100kw, motores movidos a biogás, inversores ou conversores de frequência e coletores/aquecedores solares; ônibus e caminhões elétricos, híbridos e outros modelos com tração elétrica; e ônibus movidos a etanol.

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BNDES dissemina as normas para pessoas físicas aplicarem em Energia Fotovoltaica

Fundo Clima permite financiar 80% dos itens apoiáveis ao desembolso final de 4,03% ao ano direcionados a pessoas físicas e jurídicas com rendimento até R$ 90 milhões
Trata-se de mais uma ação do BNDES para incentivar o cidadão brasileiro a aplicar em sustentabilidade e economia de energia sustentável.
O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) apoiou as mudanças no Programa Fundo Clima. Dessa forma, no subprograma Máquinas e Equipamentos Eficientes, pessoas físicas poderão acessar a financiamentos para a montagem de sistemas de clefação solar e sistemas de cogeração (placas fotovoltaicas, aerogeradores, geradores a biogás e equipamentos necessários).
Refere-se a mais uma iniciativa do BNDES para incentivar o cidadão brasileiro a aplicar em desenvolvimento sustentável e contenção de energia. Os recursos poderão ser ajustados em transações indiretas somente por meio de bancos públicos.

Economia

A implantação de sistemas de geração de energia solar permitirá aos consumidores reduzirem despesas com a conta de luz, haja visto que passarão a comprar menor quantidade de energia da revendedora e poderão, dependendo de sua região, arquitetar até uma conta corrente de energia comercializando o excedente para a distribuidora.
Ademais, a produção distribuída traz benfeitorias para o sistema elétrico, haja visto que conta com diversos pontos de geração espalhados por moradias e comércio, reduzindo o risco de corte do provimento de energia.

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Condições

As margens do Fundo Clima operam até 80% dos itens a ser financiados, podendo chegar a R$ 30 milhões a cada 12 meses por favorecido.
Tanto para pessoas físicas quanto para pessoas jurídicas (empresas, prefeituras, governos estaduais e produtores rurais), o montante financeiro do Fundo Clima é encurtado: para renda anual até R$ 90 milhões, o dispêndio é de 0,1% a.a., e a remuneração do BNDES é de 0,9% a.a.
Já o rendimento anual acima de R$ 90 milhões, o custo é de 0,1% a.a., e a remuneração do BNDES é de 1,4% a.a.
A remuneração dos agentes financeiros é limitada até 3% a.a. Uma vez aplicada
 a remuneração máxima determinada pelos bancos públicos, as aliquotas finais passam a ser as seguintes: para renda anual até R$ 90 milhões, o montante final é de 4,03% a.a; já no caso do rendimento anual superior a R$ 90 milhões, o custo final é de 4,55% a.a.
O programa concede carência de 3 a 24 meses, até o prazo máximo de 144 meses. A validade para entrar no sistema vai até 28 de dezembro de 2018.

Fundo

O Fundo Clima é indicado a projetos de Mobilidade Urbana, Cidades Sustentáveis, Resíduos Sólidos, Energias Renováveis, Máquinas e Equipamentos Eficientes e outras iniciativas inovadoras.
A finalidade é custear produções e aquisições com altos índices de capacidade energética ou que auxiliem para diminuição de propagação de gases de efeito estufa.

Itens financiáveis

Podem ser financiados os seguintes elementos, desde que novos e origem nacional, registrados e aptos para o subprograma no Credenciamento de Fornecedores Informatizados – CFI do BNDES: máquinas e equipamentos cadastrados no Programa Brasileiro de Etiquetagem (PBE) ou com a chancela Procel (levando em conta os itens para os quais o PBE fornece a certificação de capacidade energética, serão aceitos apenas os de graduação A ou B); sistemas geradores fotovoltaicos, aerogeradores até 100kw, motores movidos a biogás, inversores ou conversores de frequência e coletores/aquecedores solares; ônibus e caminhões elétricos, híbridos e outros modelos com tração elétrica; e ônibus movidos a etanol.

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BNDES dissemina as normas para pessoas físicas aplicarem em Energia Fotovoltaica

Fundo

O Fundo Clima é destinado a projetos de Mobilidade Urbana, Cidades Sustentáveis, Resíduos Sólidos, Energias Renováveis, Máquinas e Equipamentos Eficientes e outras iniciativas inovadoras.
A meta é custear produções e aquisições com grandes indicadores de capacidade energética ou que contribuem para supressão de emissão de gases de efeito estufa.

Itens financiáveis

Podem ser assistidos financeiramente os seguintes elementos, desde que não sejam usados e origem nacional, cadastrados e habilitados para o subprograma no Credenciamento de Fornecedores Informatizados – CFI do BNDES: máquinas e equipamentos registrados no Programa Brasileiro de Etiquetagem (PBE) ou com a chancela Procel (considerando os itens para os quais o PBE supri a certificação de aptidão energética, serão aprovados somente os de graduação A ou B); sistemas geradores fotovoltaicos, aerogeradores até 100kw, motores movidos a biogás, inversores ou conversores de frequência e coletores/aquecedores solares; ônibus e caminhões elétricos, híbridos e outros modelos com tração elétrica; e ônibus movidos a etanol.

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Revolução da Cerveja Artesanal no Brasil

Em Minas Gerais a renovação da cerveja artesanal começou em Juiz de Fora em 1861 com a começo dos alemães e retomou em 1998 com a advento da fábrica alemã da Mercedes-Benz.

Atualmente no Brasil, vemos acontecer a chamada revolução da cerveja artesanal, que consiste em uma maior cortesia do público em geral para com a bebida, os muitos estilos e a possível complexidade, assim não aceitando as cervejas de maiores cervejarias com tendências simples e elementar (consiste em a cerveja no mais próximo de água possível utilizando o mínimo de lúpulo e malte, trocando-os por insumos mais baratos que assim barateiam o produto e danificam a qualidade, fazendo com que as ditas cervejarias incentivem o público a ingerir as cervejas a temperaturas muito abaixo do aceitável para o estilo, camuflando assim seus defeitos claros).

Tal movimento torna-se evidente quando podemos perceber a quantidade de novas garrafas que encontramos no supermercado e que são produzidas no Brasil. Os que aderem a tal movimento recusam-se a ingerir cervejas produzidas em escala por grandes empresas industriais (cervejas mainstream) preferindo consumir cervejas produzidas artesanalmente como 2cabeças, Taubatexas, Bodebrown, Waybeer Candanga, Dum, Júpiter, Landel, Mal, Morada, Naif, Rio Carioca, Seasons, Urbana, dentre outras.

No Rio de Janeiro, no ano de 2016, aproveitando o embalo do mercado de cervejas artesanais no Brasil, a fábrica de cerveja Rio Carioca se aventura, sendo a pioneira cervejaria artesanal do Brasil a veicular um comercial em um canal aberto de televisão.

Até o final da década de 1830, a cachaça era a aguardente mais afamado do Brasil. Além dela, eram importados licores da França e vinhos de Portugal, principalmente para atender à nobreza. Nessa época a cerveja já era engarrafada, mas num formato caseiro realizado por famílias de estrangeiros para o seu consumo individual. 

A bebida ingerida pela população era a gengibirra, elaborada de farinha de milho, gengibre, casca de limão e água. Esse cozimento descansava alguns dias, e depois vendida em garrafas ou canecas ao preço de 80 réis. Era também consumida a Caramuru, feita de milho, gengibre, açúcar mascavo e água, cuja junção fermentava por uma semana e no valor de 40 réis o copo. 
A gengibirra era armazenada em botijas louçadas, que eram utilizadas no acondicionamento da cerveja preta inglesa. Presas à barbantes, as tampas de tais garrafas estouravam quando abriam (por isso o nome de "cerveja marca barbante", como seriam chamadas as cervejas pioneiras do Brasil).

Saiba mais clicando aqui:como fazer sua própria cerveja

BNDES propaga as normas para pessoas físicas aplicarem em Energia Solar

Fundo

O Fundo Clima é proposto a programas de Mobilidade Urbana, Cidades Sustentáveis, Resíduos Sólidos, Energias Renováveis, Máquinas e Equipamentos Eficientes e outras iniciativas inovadoras.
O objetivo é financiar produções e aquisições com altos índices de capacidade energética ou que contribuem para supressão de irradiação de gases de efeito estufa.

Itens financiáveis

Podem ser assistidos financeiramente os seguintes itens, desde que novos e nacionais, cadastrados e aptos para o subprograma no Credenciamento de Fornecedores Informatizados – CFI do BNDES: máquinas e equipamentos registrados no Programa Brasileiro de Etiquetagem (PBE) ou com o selo Procel (levando em conta os elementso para os quais o PBE supri a certificação de capacidade energética, serão aprovados somente os de classificação A ou B); sistemas geradores fotovoltaicos, aerogeradores até 100kw, motores movidos a biogás, inversores ou conversores de frequência e coletores/aquecedores solares; ônibus e caminhões elétricos, híbridos e outros modelos com tração elétrica; e ônibus movidos a etanol.

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